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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Montra da Associação Amigos do Calhau no projeto #RuActiva



A Associação Amigos do Calhau participou no projeto # RuActiva com divulgação das suas atividades em 8 montras na rua d´Agua em Ponta Delgada. Parabéns a toda a equipe da RuActiva pelo profissionalismo demonstrado, foram excedíveis na ajuda que fomos necessitando, um muito obrigado ao Srº António Botelho pela disponibilidade da montra e um muito mas muito obrigado aos sócios que despenderam muitas horas da sua já preenchida vida para dar vida a este projeto

segunda-feira, 16 de março de 2015

Projecto de erradicação de plantas invasoras na orla costeira de São Miguel.



In​serido no projecto de erradicação de plantas invasoras da Orla Costeira de São Miguel, a Associação Amigos do Calhau, vai efectuar no próximo dia 21/03//2015 das 10h30m às 12h mais uma limpeza do carpobrotus edulis- chorão-da-praia,


O combate à presença do chorão está recolhido na legislação nacional (Decreto–Lei n.º 565/99). Na legislação regional (Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, Regime jurídico da conservação da natureza e da protecção da biodiversidade) o chorão está considerado como “um taxon com risco ecológico conhecido” e "prioritário para controlo ou erradicação". O chorão está ainda incluído entre as cem espécies infestantes da fauna e da flora macaronésica determinadas como potencialmente mais perigosas no âmbito do projecto BIONATURA.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Passeio Pedestre Invasoras versus endemismos: o caso do Lombo Gordo, Nordeste


Este passeio contou com a colaboração do biólogo Luís Silva, que que muito nos ensinou na interpretação da flora existente no local, deste a cota mais alta até ao nível do mar, considerando a dualidade entre as plantas endémicas e invasoras. A Associação Amigos do Calhau agradece publicamento a disponibilidade e entusiasmo que o Prof. Luís Silva demonstrou na realização deste evento.



Pode-se ver nesta foto a nefasta acção do homem num meio ambiente cheio de tesouros naturais:
Aptenia cordifolia e Osteospermum fruticosum são duas plantas invasoras extremamente agressivas, que rapidamente destroem o espaço das plantas nativas





Spergularia azorica/Espergulária dos Açores, um do tesouros que se encontra na zona do Lombo Gordo


Ver as restantes imagens ----> Aqui







domingo, 11 de janeiro de 2015

O Fórum do Mergulho

Realizou-se nos dias 10 e 11 de Dezembro na Universidade dos Açores o IV Fórum de apoio á decisão (?) “Conhecer o mar dos Açores”.

Estive no segundo dia e com aquele lema do apoio á decisão esperava que todos tivessem voz desde a minoria que efectivamente teve isto é os representantes do Governo e dos interesses económicos até aos representantes da pesca profissional e lúdica e dos simples utilizadores do mar.

Claro que os trabalhos científicos acho que todos ou quase todos da Universidade dos Açores foram, como já nos habituaram, de muita qualidade e interesse embora num caso com números de milhões de euros  que até superavam o total das receitas da Hotelaria nos Açores.

Mas no fim da parte que vi ficou Governo -2, Universidade -7 e privados comerciais -4.
Privados cidadãos -0, privados pesca lúdica -0 e pesca profissional-0.

Acredito que tenham tentado a participação desta maioria dos utilizadores do mar, que apenas teve uns vislumbres de intervenção (aliás muito discordantes) nas perguntas da audiência mas não se viu nada mais apesar de a Constituição Portuguesa estabelecer essa maioria como titular do direito ao uso e fruição dos bens naturais públicos incluindo o mar.

Talvez porque ao contrário do que foi afirmado não há consenso nenhum.

E o facto é que é no mínimo desonesto fixar áreas a proteger incluindo algumas das poucas zonas das nossas costas escarpadas a que o cidadão normal pode aceder pelos seus meios (sem barcos caros) e que são de utilização tradicional pelos que asseguram parte da sua subsistência com a pesca.

Se agora já morrem todos os anos demasiados pescadores e apanhadores de polvos e lapas imagine-se o que vai acontecer se lhes for vedada a utilização de algumas das zonas de mais fácil acesso.

É muito mau misturar os interesses das empresas comerciais de mergulho e observação com a necessidade que todos sentimos de criar zonas de repovoamento para as espécies.

Enquanto os primeiros apenas querem tomar posse dos seus locais de mergulho favoritos e reservá-los para os seus clientes, de preferência estrangeiros que pagam melhor, a segunda pode ser realizada com um mínimo de perdas para a maioria dos utilizadores do mar.

Por isso a proposta apresentada pelo conhecido e conhecedor Nuno Sá para a zona do Faial/Pico me pareceu muito equilibrada ao dizer claramente que gostaria de ter pequenas zonas protegidas á volta dos locais tradicionais de mergulho em que seria bom não haver pesca e propondo uma zona na Madalena que claro que vai acabar por ser a que os pescadores tradicionais puderem aceitar.

A proposta da AAM apenas tenta ressuscitar o defunto decreto, que entrou em vigor mas ninguém cumpria, aumentando o número de zonas para reservar o máximo possível para o mergulho e a promiscuidade entre conservação da natureza e dos recursos do mar e os operadores comerciais.

Basta ver que 8 das zonas propostas a única qualificação que tem é incluírem em grandes extensões de costa pequenas zonas tradicionais de mergulho que deveriam ser tratadas como tal e não misturadas com outros objetivos mais consensuais.

E a maioria ou quase todas estão a menos de uma hora de viagem dos barcos das empresas de Ponta Delgada e Vila Franca.

Porque a verdade é que, na minha modesta opinião pelo menos, as zonas de reserva para repovoamento de espécies, podendo ser em qualquer trecho da costa, devem ser fora do alcance, longe quanto possível de zonas povoadas ou com acesso fácil ao mar, com inicio e fim bem visíveis do mar e de terra (e claros para todos seja um farol ou uma falésia conhecida), com um bom espaço de costa e mar entre elas e onde se diz claramente às pessoas “aqui não se vai passar nada durante dez anos” ou coisa parecida.

E onde se podem tomar algumas medidas de apoio ao repovoamento como é feito em muitos locais e note-se que há também muitos em que até o mergulho é interdito.

Mergulhei por exemplo numa reserva no Brasil em que apenas num cantinho é permitido o mergulho e sempre a mais de um metro do fundo.

Portanto eu se fosse de uma empresa de mergulho gostaria de ter os locais preferidos o mais livres da pesca que fosse possível mas sem exageros não vá alguém pensar em proibir o mergulho também ou reclamar isso em tribunal.

E por exemplo se é verdade que a zona do Dori tem 800 m de raio é uma perfeita estupidez (chegaria quase a terra e fomentaria a desobediência permanente) mas como em muitas outras coisas da informação regional aos cidadãos desafio alguém a encontrar o texto que instala aquela reserva.

E é fundamental que as reservas sejam aceites ou pelo menos toleradas por todos.

Voltando ao Brasil uma tentativa desastrada já há algum tempo de impor uma zona exclusiva para uma empresa de mergulho num banco de pesca tradicional acabou com um incêndio de um barco e também ouvi falar de no Pico ter sido retalhado á facada um pneumático de uma empresa de whale watching.

Mas voltando ao Fórum de imposição das decisões ainda tivemos um momento surrealista quando o DRAM interrompeu o evento para dar a palavra a um representante de Santa Maria que nem estava inscrito como orador e nos brindou com uma longa intervenção.

Note-se que tem todo o direito de defender as suas opiniões e dos outros associados mas não daquela forma e naquele momento em que o Fórum se transformou numa ante-visão do famoso Prós e Contras Açoriano que se iria realizar ali ao lado também só com prós e sem contras.

Embora seja verdade que a regulamentação que saiu depois para Santa Maria é equilibrada e minimalista como deve ser nas áreas e nas restrições embora no limite da constitucionalidade nas duas linhas que dedica aos privados.

 Finalmente e para deixar uma pequena contribuição de quem anda no mar há muitos anos acho que deveria haver:

Transparência – com a garantia de que quem legisla não tem interesses no que é legislado ou não está capturado pelos agentes económicos

Audição – com a garantia de participação de todos os interessados e com direitos de utilização comum dos bens públicos no mar que só devem ser limitados no mais estrito interesse geral

Informação – com a garantia de que o que deve ser cumprido é claro e está á disposição de todos para consulta em todos os canais de forma simples e preferencialmente referenciado no local por marcas em terra e bóias no mar.

E Bom Ano Novo de 2015 para todos que gostam do mar com a certeza que é possível a partilha sem ferir o nosso princípio constitucional da igualdade.


João Paim Vieira 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Projecto de erradicação de plantas invasoras na orla costeira de São Miguel


A actividade consistirá basicamente na erradicação do chorão (Carpobrotus edulis) na zona litoral situada entre a Praia das Milícias e a Praia do Pópulo, nas freguesias de São Roque e Livramento. Esta planta exótica se encontra actualmente invadindo toda esta zona litoral, ocupando a primeira linha de terra que está em contacto com a zona rochosa e o mar. 

O combate à presença do chorão está recolhido na legislação nacional (Decreto–Lei n.º 565/99). Na legislação regional (Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, Regime jurídico da conservação da natureza e da protecção da biodiversidade) o chorão está considerado como “um taxon com risco ecológico conhecido” e "prioritário para controlo ou erradicação". O chorão está ainda incluído entre as cem espécies infestantes da fauna e da flora macaronésica determinadas como potencialmente mais perigosas no âmbito do projecto BIONATURA.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Limpeza da Orla costeira da Lagoa - dia 01-11-2014 das 14h às 16h



Caros Amigos, 

O Expolab vai organizar uma limpeza da orla costeira da Lagoa, no dia 01-11-2014 das 14h às 16h.

Esta acção de sensibilização conta com várias parcerias entre as quais a Associação Amigos do Calhau.

Participa, contamos com a colaboração de todos para defesa desta causa, que é muito importante para todos os Açorianos

terça-feira, 22 de julho de 2014

Limpeza do Calhau - Local do Cruzeiro na Altalhada - Lagoa

Caros amigos,

A Associação Amigos do Calhau vai realizar, com a colaboração da Câmara Municipal de Lagoa, Sábado, 26-07-2014, pelas 16h30m, uma limpeza do calhau no largo do Cruzeiro, Atalhada-Lagoa.

Esta ação tem como objetivo sensibilizar a sociedade em geral para a participação cívica na salvaguarda do Património Natural dos Açores.

Neste local pode encontrar escoadas lávicas, juncos, perrexil, limonium, erva leiteira, bracel da rocha, e muitas mais preciosidades da nossa biodiversidade natural.
   

Apareça, e ajude-nos a manter este local limpo.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Limpeza de plantas invasoras no litoral da Ribeira Grande

Caros amigos,

A Associação Amigos do Calhau vai colaborar sábado, dia 19, das 10:30 às 12:30, com o Prof. Luís Noronha, numa limpeza de plantas invasoras na orla costeira da Ribeira Grande.

Ponto de encontro: Miradouro de Santa Luzia, pelas 10h:30m. Quem quiser pode chegar mais cedo pois, pelas 9h:30m, o Prof. Luís Noronha já estará no local.

Tragam luvas e máquina fotográfica para registarem as vidálias em flor. E uma lanterna para conhecer as casamatas da II Guerra Mundial.


O combate à presença do chorão está recolhido na legislação nacional (Decreto–Lei n.º 565/99). Na legislação regional (Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, Regime jurídico da conservação da natureza e da protecção da biodiversidade) o chorão está considerado como “um taxon com risco ecológico conhecido” e "prioritário para controlo ou erradicação". O chorão está ainda incluído entre as cem espécies infestantes da fauna e da flora macaronésica determinadas como potencialmente mais perigosas no âmbito do projecto BIONATURA.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Actividade de limpeza de plantas exóticas invasoras no litoral entre a Praia das Milícias e a Praia do Pópulo-Ponta Delgada




A actividade consistirá basicamente na erradicação do chorão (Carpobrotus edulis) na zona litoral situada entre a Praia das Milícias e a Praia do Pópulo, nas freguesias de São Roque e Livramento. Esta planta exótica se encontra actualmente invadindo toda esta zona litoral, ocupando a primeira linha de terra que está em contacto com a zona rochosa e o mar.


O combate à presença do chorão está recolhido na legislação nacional (Decreto–Lei n.º 565/99). Na legislação regional (Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, Regime jurídico da conservação da natureza e da protecção da biodiversidade) o chorão está considerado como “um taxon com risco ecológico conhecido” e "prioritário para controlo ou erradicação". O chorão está ainda incluído entre as cem espécies infestantes da fauna e da flora macaronésica determinadas como potencialmente mais perigosas no âmbito do projecto BIONATURA.

Ver texto completo ---------->Aqui

domingo, 12 de janeiro de 2014

A “liberalização “ da venda de peixe

Fui ver o que era o anúncio da “liberalização” da venda de peixe que saiu há dias em todos os jornais.
E afinal é apenas a liberdade dos comerciantes de ganharem mais ainda.
Antes se compravam um peixe de um quilo por dois euros só podiam ganhar meio euro ( alguém acreditará nisso?),agora podem comprar o mesmo peixe por um euro e lucrar dois euros com ele.
E eu a julgar que era uma liberalização a sério com o fim de um regime antigo , caduco e corrupto de antes do 25 de Abril.
É estranho como muitas leis de Salazar continuam a ser acarinhadas 40 anos depois do 25 de Abril e até se pede para voltarem como no caso da incrível lei das rendas de casa.
Esta do peixe é no mínimo esquisita - numa sociedade que se diz dos livres mercados e da concorrência os únicos que se podem considerar produtores nesta área são impedidos de vender o seu produto directamente   aos consumidores finais.
Mesmo que se trate de muito pouco peixe pescado por pequenos barcos artesanais de boca aberta.
Será que são eles próprios que não querem?
Não foi o que vi este ano em muitos portos pequenos e grandes dos Açores em que a generalidade dos pescadores se pudesse vender directamente o faria.
São normas comunitárias – esta venderam-me durante uns tempos mas em Abril em Marselha , capital europeia da cultura, ao lado do Metro do  Vieux Port estavam umas bancas em frente a cada barco com grandes prateleiras de inox cheias de peixe que moradores e turistas admiravam e compravam.
Pargos , sargos , meros , tainhas,bicudas,polvos ,lagostas , cavacos e tudo o mais muitos vivos e todos com um ar de terem acabado de sair do mar.
E nem sequer muito mais caros que nos Açores alguns até mais baratos.
Noutras cidades do sul para além da venda há uma espécie de restaurantes em que cozinham o peixe que os turistas compraram aos pescadores.
Em Cabo Verde  no Tarrafal  vimos a  chegada de um barco de pesca artesanal que entregou o peixe directamente para cestos de vendedores , particulares, restaurantes ,hoteis etc.
Disseram-me que tinha um anotador do governo que marcava o que ia saindo.
Ficando a mais valia em quem teve o trabalho , a dificuldade e correu o risco de ir ao mar para disponibilizar o peixe que todos gostamos seja bem fresco.
E criando postos de trabalho de valor acrescentado local.
Neste Verão vi muitos exemplos do contrário nos portos dos Açores de Santa Maria às Flores.
Desde a Lagoa com os restaurantes á volta do porto onde legalmente não entra peixe vindo do mar até Santa Cruz nas Flores mesmo que se trate de vinte ou trinta quilos vai tudo para circuitos que deveriam ser exclusivos da pesca em larga escala.
Claro que isso só estimula a fuga e o incumprimento .
Em Santo Amaro no Pico vi chegar um barco que trazia duas ou três caixas de peixe e perguntei se dois meros de 4 ,5 kilos que trazia não iam logo para os restaurantes locais.
Resposta : nem pensar ou tiram-me a licença e os subsídios.
E contudo o interesse público e local parecia ser que os habitantes e os negócios dependentes dele pudessem comprar o peixe fresco ali mesmo.
Ou os turistas irem ao restaurante almoçar um daqueles meros.
Em vez disso o peixe foi para caixas com gelo numa arrecadação no canto do portinho , ficou a aguardar até á tarde para ser levado para a Madalena a 40 km de distancia, esperou pela manhã seguinte para ser leiloado sem a presença do pescador( que diz que por aquela quantidade não lhe vale a pena fazer 80 km) e correu o risco de ser vendido a um ou dois euros o quilo(esta vendo pelo preço que comprei).
Se voltar a Santo Amaro aquele peixe terá muito mais de 24 horas em cima e a mais valia dele já terá ficado por outros lados e noutras mãos.
Uma das principais razões porque Portugal está na situação em que está tem a ver com o excesso de regulação , de leis e normas para tudo e para nada que na maior parte das vezes embora dizendo defender o interesse público instalam interesses muito particulares.
Mas neste assunto não se fiquem pela opinião de um curioso como eu perguntem como eu perguntei a quem sabe mesmo a Liberato Fernandes que com a Porto de Abrigo mesmo no meio de muitos problemas e dificuldades até substituiu o Estado numa função que era dele nas comunicações com os pescadores e não só.
Ou ao nosso navegador Genuíno Madruga que embora seja um pescador de grandes pescarias tem sensibilidade para os problemas dos mais pequenos.
E arranjem um sistema mais justo para os pescadores e que ponha o interesse público no acesso rápido e local aos produtos do mar á frente de outros interesses.

João Paim Vieira  

quinta-feira, 16 de maio de 2013

CÂMARA DE LAGOA INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES PARA CLUBE NÁUTICO


A Câmara Municipal de Lagoa irá inaugurar, no próximo dia 17 de maio, pelas 18h00, as novas instalações do Clube Náutico de Lagoa.
A nova sede, construída no Portinho de São Pedro, corresponde a um investimento autárquico de cerca de 130 mil euros. Trata-se de uma obra que, segundo o Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, “é realizada em tempo de dificuldades, mas que vem, não só colmatar a falta de uma sede para o Clube Nâutico de Lagoa, mas, similarmente, dotar a cidade de melhores condições para a realização e dinamização de atividades náuticas, num concelho onde a fronteira com o mar cativa a atenção de muitos visitantes, especialmente, durante a época do verão. Igualmente, será uma boa oportunidade para captar mais interessados no desporto náutico.”
Por outro lado, o edil lagoense salienta que, “esta obra vem contribuir para a revitalização daquele local que melhorou bastante, em seu entender, já com a abertura do CEFAL, precisamente, em 2009. Um trabalho que é necessário continuar destacando “como essencial, nesta zona, a construção do Passeio Marítimo da Cidade, que ficará situado entre a Pousada da Juventude e o Portinho de São Pedro, com o propósito de transformar toda esta área numa zona útil e aprazível para os lagoenses,” comprovando, mais uma vez, a aposta da autarquia nas pessoas e no seu bem estar.
O autarca da Lagoa espera, igualmente, que a construção da sede e o melhoramento que a Câmara Municipal de Lagoa se encontra a realizar nesta zona permita também a valorização do património lagoense, uma vez que a sede em causa confina com as ruínas de um forno da cal que se encontra ao abandono e que espera, no futuro, ver recuperado uma vez que é um traço característico dos costumes e tradições de outrora.
Refere-se ainda que, esta é uma obra financiada pela Câmara Municipal de Lagoa, que conta com o apoio da Programa Prorural, eixo 3, medida 3.2 - "Melhoria da Qualidade de Vida nas Zonas Rurais" e que teve como principal objetivo resolver, definitivamente, a carência evidenciada de falta de espaço para as atividades náuticas organizadas por este clube, desenvolvendo as mesmas numa pequena garagem cujas condições são precárias e sem espaço para arrumação das embarcações.
As novas instalações, localizadas no Portinho de São Pedro, prevêem instalações para arrumo das embarcações, numa área total de 140m2; instalações sanitárias, uma sala de formação, um gabinete para a direção e respetivo serviço de secretariado. Prevê ainda um parque de estacionamento com uma área de 275m2, para automóveis e embarcações. Em complemento a esta instalação, a autarquia procedeu à construção de uma rampa de varagem para entrada de barcos de pequeno porte, com uma largura de 6 metros e um comprimento de 25 metros.
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Sabendo da importância do trabalho que o Clube Náutico tem realizado na Lagoa , são mais que merecidas estas novas instalações, para que possa desenvolver ainda com mais qualidade o seu trabalho.

Ficando situado numa das zonas com maiores problemas ambientais na orla costeira, é para nós uma esperança que a sua presença, juntamente com o Cefal., consiga  resolver de uma vez por todas esta triste situação.

Sabendo da existência de uma estação elevatória neste local, que conforme o lado do vento, deita por vezes  um cheiro nauseabundo, questionamos se esta mesma estação estará  ligada ao emissário submarino situado na Avenida Litoral ?

Não podemos de salientar que a intervenção na orla costeira foi minimalista, respeitando assim  o património existente (Portinho de São Pedro.) 

A Direção


“PERCURSO E MEMÓRIA” PELA ORLA COSTEIRA DE PONTA DELGADA A 18 DEMAIO




Nota Informativa (2089)

“PERCURSO E MEMÓRIA” PELA ORLA COSTEIRA DE PONTA DELGADA A 18 DEMAIO


A Câmara Municipal vai realizar uma atividade que promove o património natural e cultural da orla costeira de Ponta Delgada, no próximo dia 18 de maio, inserido no programa “Bandeira Azul 2013” que, este ano, tem como lema o “Património Natural e Cultural”.
A atividade programada e que está a ser organizada pela Divisão do Ambiente e pela Biblioteca Municipal Ernesto do Canto propõe um passeio pela orla costeira de Ponta Delgada, de Santa Clara ao Livramento, mais propriamente até ao Miradouro da Canada da Salsa, num trajeto que será de “Percurso e Memória”.
No âmbito desta atividade do programa “Bandeira Azul 2013”, que este ano distingue cinco zonas balneares de Ponta Delgada, todos os interessados em participar terão a oportunidade de conhecer melhor as belezas naturais do percurso mas, sobretudo, descobrir alguns aspetos de um património edificado que, muitas vezes e por causa da sua antiguidade, não é tão óbvio à vista desarmada.
Neste passeio, que irá desde a Nordela, em Santa Clara, ao Miradouro na Canada da Salsa, no Livramento, serão, assim, explicados e destacados, pelo historiador e responsável pela Biblioteca Municipal, José de Mello, vários pontos de interesse que constituem o património religioso, militar, cultural e natural como: o cemitério dos Judeus, o Fortinho de Santa Clara, a Casa Teófilo de Braga, o Forte de São Brás, a Pranchinha, Avenida do Mar, Forno da Cal, Ilhéu de São Roque, Forte São Caetano, Vinhas São Caetano, entre outros.
O passeio de dia 18 começa pelas 9h00 junto ao antigo matadouro de Santa Clara e o regresso será feito por autocarro que estará no miradouro do Livramento à espera dos participantes.
Salienta-se que as inscrições para o passeio “Percurso e Memória” poderão ser feitas até ao próprio dia do passeio, através do e-mail gabrielaoliveira@mpdelgada.pt
Como já foi referido no concelho de Ponta Delgada foram galardoadas com a Bandeira Azul da Europa cinco zonas balneares, designadamente, as praias de Milícias e Pópulo, Poços de São Vicente Ferreira, Poças dos Mosteiros e Zona Balnear do Forno da Cal.
Salienta-se que a Bandeira Azul é uma distinção atribuída anualmente pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE) a praias (marítimas e fluviais), marinas e outras zonas balneares que cumpram requisitos de qualidade ambiental, segurança, bem-estar, infraestruturas de apoio, informação aos utentes e sensibilização ambiental.
Com a Bandeira Azul, as praias e zonas balneares distinguidas ficam autorizadas a ostentar o galardão durante a época balnear, que é considerado como um símbolo de garantia de qualidade.

Ponta Delgada, 10 de maio de 2013
Gabinete de Comunicação
Rita Resendes


domingo, 21 de abril de 2013

Conversas de sofá com o fotógrafo e viajante Pedro Ribeiro

Se gosta de fotografia e de viajar, amanhã, dia 22-04-2013, pelas 20:30h, inserido no evento “Volta ao Mundo em 80 Fotos”,o fotógrafo Pedro Ribeiro irá abordar estes temas de uma forma muito informal no convento dos Franciscanos na Lagoa- São Miguel Açores.


Contamos com a vossa presença e divulgação.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Atentado ambiental na orla costeira da Lagoa mesmo ao cair do pano de 2012



O civismo ambiental dos Micaelenses, nomeadamente sobre a sua orla costeira, deixa muito, mesmo muito a desejar.
Infelizmente, nos últimos tempos temos vindo a constatar que, cada vez mais, a orla costeira da Lagoa tem sofrido atentado após atentado, não tendo, pelo contrário, o carinho que merece, desde já devido à sua beleza e não só, pois em termos geológicos o seu valor é enorme.
Em fins de Setembro, a Associação Amigos do Calhau conseguiu, após algumas ameaças de queixa às autoridades, que um empreiteiro retirasse o entulho que tinha atirado para o calhau. Nesta situação que vemos nas imagens, não sabemos quem terá feito isto, portanto quem o fez não terá sido apanhado em flagrante e, por isso, ficará impune, ficando o entulho possivelmente neste local durante uma eternidade, já que o mesmo local só tem acesso através de escalada.

Escalada esta que já tinha sido realizada pela Associação em 2006 em colaboração com o Calag e a Câmara da Lagoa para limpar esta mesma falésia.
Passados 6 anos, nada mudou: a relação do ser humano com o ambiente em São Miguel é muito problemática; são cada vez mais os problemas sociais, que levam ao vandalismo e à degradação; são as prioridades das autoridades que cada vez mais gastam o dinheiro em centros de interpretações e obras megalómanas como a famosa praia da lagoa das Sete-Cidades, que até dá a parecer que o que se quer é encaminhar os poucos turistas diretamente para estes sítios porque o resto da ilha está uma lixeira.


A educação ambiental nos Açores deixa muito a desejar, temos uma direção dos assuntos do mar que só vê minérios valiosos no fundo do mar, como forma de, possivelmente, ultrapassarmos esta crise financeira (valores) que estamos a passar. Não sei em São Miguel quem é o representante desta direção, já que existe neste governo um diretor do ambiente e um diretor dos assuntos do mar, mas gostava de saber.
A fiscalização é outro dos problemas: as Juntas de Freguesia são meros agentes passivos, que em muitos casos só servem para ajudar na festa da paróquia; as Câmaras Municipais dizem que não tenham dinheiro ou meios para aplicar as coimas que devem ou deviam ter nas suas posturas camarárias; o Parque Natural de Ilha gasta o dinheiro todo em obras faraónicas, ficando os vigilantes da natureza sem uma estrutura forte de apoio funcional. Resta-nos o Sepna, que se tem desdobrado em mil trabalhos, mas que diz que se o delator não for apanhado em flagrante, nada pode fazer.
Então, em que ficamos? Com as Associações de defesa do Ambiente?
Coitadas, estas parecem estar mais mortas do que vivas!
Bem hajam.
José Pedro Medeiros

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Câmara da Povoação requalifica orla marítima do Faial da Terra

A Assembleia Municipal da Povoação aprovou esta quinta-feira, sem votos contra, o Plano e Orçamento para 2013, que terá uma dotação de quase 8 milhões de euros e prevê a requalificação da orla marítima do Faial da Terra.
 


Nota da autarquia refere que "embora o Plano e Orçamento do próximo ano tenha novamente de pautar-se pela redução da dívida a terceiros", o Plano e Orçamento para 2013 "abre também novamente a porta ao investimento camarário".

"Do levantamento das prioridades, foi selecionada a Obra da Requalificação da Orla Marítima do Faial da Terra, definida como uma opção estratégica de desenvolvimento integrado para o Concelho da Povoação", refere a autarquia, acrescentando que se trata de um "projeto  minimalista, por forma a causar o menor impacto visual e ambiental possível".
Fonte Açoriano Oriental 14/12/2012


Será muita coincidência a atual primeira dama ser do Faial da Terra ?
Estudos de impacto ambiental, existem ?
Discussão pública, existe ?

Vamos estar atentos, requalificar ultimamente nos Açores quer dizer infelizmente "estragar" .....

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ação de sensibilização ambiental realizada nos Mosteiros no dia 14-10-2012



No dia 14-10-2012, a Associação Amigos do Calhau, em conjunto com um grupo de amigos do Porto dos Mosteiros, levou a efeito uma limpeza subaquática e da orla costeira do Porto dos Mosteiros.

Esta ação, que pretende ser uma semente para o futuro, teve uma adesão de 23 pessoas, que recolheram cerca de 300 quilos de lixo; pessoas estas que dispensaram uma manhã de domingo por amor à natureza; natureza esta que nem sempre á acarinhada pelos Micaelenses, notando-se que falta muita vigilância e penalização, como também muita falta de sensibilização ambiental nas diversas camadas da população.

Há dois anos, a Associação Amigos do Calhau solicitou junto da Direção dos Assuntos do Mar e da Lotaçor que fossem colocados nos portos de pesca cartazes informativos com o tempo de degradação de certos materiais no mar e foi-nos dito então que estavam a tratar disto. Passados dois anos, nem cartazes nem informação alguma foi vista e, neste sentido, achamos que, nomeadamente, a Lotaçor pode e deve ter um papel mais ativo no apoio à formação e educação dos pescadores e frequentadores destes mesmos portos.

Na orla costeira encontraram-se essencialmente garrafas de cerveja, pacotes de sumo, linhas de pesca usadas, roupas velhas, etc.

Dentro de água salientamos a enorme quantidade de garrafas de cerveja, muitos apetrechos usados nos barcos de pesca, tais como tubos, ferros e até uma bomba de água. Causou-nos muita preocupação ter-se encontrado também dentro de água uma bateria que, como se sabe, contém substâncias bastante nocivas para a vida marinha.

Parabéns a todos os participantes. Nunca vamos desistir, mas que há muita coisa para mudar nas estruturas responsáveis pelo ambiente ai que isto há!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Limpeza Subaquática em apneia do porto dos Mosteiros




A Associação Amigos do Calhau, vai realizar domingo, 14/10/2012, às 10h em colaboração com um grupo de amigos do Porto dos Mosteiros uma limpeza subaquática e da orla costeira do Porto dos Mosteiros.

Esta acção de sensibilização pretende chamar a atenção para situações de degradação do nosso meio ambiente.


Contamos com a vossa colaboração.