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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Divulgação: A migração dos Cagarros no Nordeste



A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, através do Centro Ambiental do Priolo, e em parceria com a Câmara Municipal do Nordeste, realizará no dia 9 de Maio na Biblioteca Municipal de Nordeste varias actividades que pretendem sensibilizar à população do concelho sobre a problematica destas aves.


O Programa de actividades será o seguinte:


17h – 19h – Conhece o Zeca Garro! (Actividades para Crianças)


21h – Palestra “A Migração dos Cagarros”


21h15 – Campanha SOS Cagarro.


21h30 – Passeio a pé até a Boca da Ribeira para observação de cagarros.


Estas actividades estão destinadas tanto a crianças como a adultos e pretendem aproximarnos da biologia dos Cagarros e fazernos compreender o importante papel que cada um de nós pode cumprir para lograr que os Cagarros consigam proseguir a sua migração.


A participação é gratuita e não precisa de inscrição.



Para informação sobre outras actividades do Centro Ambiental do Priolo visite .centropriolo.com


domingo, 19 de abril de 2009

Passeio pelo litoral de Rosto de Cão















Friso em madeira na ermida de Nossa Senhora do Pópulo
A Associação Amigos do Calhau, efectuou no passado dia 18 de Abril, dia Internacional dos Monumentos e Sítios um passeio pelo litoral de Rosto de Cão em São Miguel, com a finalidade de dar a conhecer aos alunos de Turismo e Património Cultural da Universidade dos Açores, os antigos currais de vinha de São Caetano e de Nossa Senhora da Glória dos Séc. XVII e XVIII.
Este passeio foi-nos solicitado pela Profª Doutora Susana Goulart Costa do Departamento de História Filosofia e Ciências Sociais da UAC.
Foi um tarde excelente, onde o observar no local do nosso património natural e construido originou varias trocas de idéias sobre a importância de se tentar conservar este magnifico exemplo da nossa vivência passada.
Este passeio terminou com uma visita à ermida de Nossa Senhora do Pópulo, ermida que dá nome ao local.
Os nossos agradecimentos, á Srª Teresa Albergaria, proprietária da ermida, pela sua disponibilidade e amabilidade com que nos recebeu.
Um agradecimento á Ecoteca da Lagoa, valência do OVGA, em especial á sua directora Drª Mafalda Moniz, pelo fornecimento da brochura "A Diversidade na orla costeira, entre Rosto do Cão e Santa Cruz” que fez as delicias dos presentes.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Safari Geológico em Dia Internacional de Monumentos e Sítios e Dia Mundial da Terra

O Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores e a sua valência Ecoteca de Lagoa (Rede Regional de Ecotecas da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar) promovem no próximo dia18 de Abri, um Safari Geológico de autocarro e pequenos percursos a pé e que visa a comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (Dia 18) e Dia Mundial da Terra (Dia 22). Divulgar a geodiversidade de parte da ilha de São Miguel e promover a sua geoconservação são os objectivos principais deste geoconvívio. A acção que conta com a parceria da Câmara Municipal de Lagoa está aberta a todos quantos queiram participar, estando a concentração prevista para as 10:00 horas na Av. Vulcanológica nº 3, Atalhada, Lagoa.
ecoteca.lagoa@azores.gov.pt



Com os melhores cumprimentos,

Mafalda Sousa Moniz
Directora da Ecoteca de Lagoa
Telemóvel 969222157
Av. Vulcanológica nº 3, 9650 Atalhada Lagoa

domingo, 12 de abril de 2009

FERRARIA, FECHADA PARA OBRAS



A Ferraria está fechada para requalificação do edifício das termas e muito mais.








São muitas as pessoas que frequentam a zona da Ferraria para banhos todo o ano, ainda no Domingo (05/04/2009) estavam lá cerca de trinta carros, o que totalizava algumas dezenas de pessoas.



O fecho ao público durante nove meses por alegados motivos de segurança enquanto decorre a obra é no mínimo polémico, o empreiteiro neste caso é que dita as condições ao dono da obra, ou seja à Secretaria da Economia.



Penso que no caderno de encargos se tivesse tido em conta a população que frequenta assiduamente este paradisíaco lugar que a natureza nos prendou , de certeza que se tinha arranjado uma solução em que houvesse segurança para a obra e para as pessoas.




Queria aqui deixar uma reflexão sobre o que se vai fazer na Ferraria.



Aquando da discussão pública do Pooc Costa Sul de São Miguel, a Associação Amigos do Calhau emitiu um parecer que chama a atenção para a pressão a que zonas como a Ferraria podem estar se forem massificadas para uso turístico/balnear.







Concordo em pleno com a requalificação do edifício das termas, mantendo a sua traça original, o parque de estacionamento para 40 viaturas também acho que se ficar integrado no local fica bem mas tenho muito receio da piscina exterior, e porquê:
Ora a mais valia em termos concessionários para o governo é precisamente esta piscina exterior de água quente, isto é que vai chamar gente todo o ano, vão ser milhares de carros na Ferraria, toda a população de São Miguel vai cair nos Ginetes, a pressão vai ser enorme.






Devagar, devagarinho, a nossa bonita costa vai começando a desaparecer.

José Pedro Medeiros


quinta-feira, 9 de abril de 2009

Câmara iniciou obra da Praia do Porto Formoso sem domínio hídrico concessionado


A obra de requalificação urbanística da zona balnear da Praia dos Moinhos, da responsabilidade da Câmara Municipal da Ribeira Grande (CMRG), foi iniciada sem que tivesse sido ainda concessionada a utilização do domínio público hídrico.
Segundo a legislação em vigor (Lei n.º 58/2005), "o direito de utilização privativa de domínio público só pode ser atribuído por licença ou por concessão", ou seja, qualquer intervenção no domínio hídrico público só pode ser feita após uma concessão da Administração, que neste caso é a Direcção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos (DROTRH).

O processo deve decorrer da seguinte forma: a entidade interessada notifica a DROTRH da intenção de intervir em domínio público hídrico, enviando o projecto. A DROTRHavalia o projecto e envia um parecer à entidade interessada, a que se segue a publicação de um edital no jornal oficial. Após a publicação oficial do edital, decorre um prazo de 30 dias, cujo objectivo é permitir a outros interessados apresentarem propostas para a utilização do espaço em questão.

Findo o prazo de 30 dias, a DROTRH concessiona a utilização privativa do domínio hídrico público, e a obra pode ser iniciada.

No caso da obra em questão, esta utilização do domínio público hídrico não foi ainda concessionada, uma vez que o edital foi publicado no Jornal Oficial no dia 7 de Abril e o prazo de apresentação de outras propostas ainda não terminou.

Assim sendo, a irregularidade prende-se com o facto de a CMRG ter iniciado a obra de requalificação da Praia do Porto Formoso sem que lhe tenha sido concessionada a utilização do domínio público hídrico, pelo que, segundo a DROTRH, a obra poderá ser embargada, caso haja denúncia da irregularidade às autoridades competentes - a Capitania ou a DROTRH.

Ricardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, reitera ao Açoriano Oriental a legalidade do processo: "estou a cumprir com os trâmites todos de uma obra, ou seja, enviei os pareceres, enviei um estudo prévio, enviei um projecto. Só fiz a adjudicação e consignação da obra depois do projecto, portanto, estou a fazer a evolução normal das obras em qualquer momento aqui na Câmara. Isto é uma situação que até agora nunca se pôs. Nunca vi esses editais, nunca me falaram nisso. Isso deve ser um procedimento que não ocorreu com as outras obras que realizei", disse.

Confrontado com esta questão, Álamo Meneses, secretário regional do Ambiente e do Mar, esclareceu que "a Secretaria tem todo o interesse em que antes da época balnear estas questões estejam resolvidas. Espero que a Câmara Municipal da Ribeira Grande conduza o processo com toda a legalidade e com toda a celeridade. Analisaremos todas as questões que nos sejam colocadas no âmbito da participação pública".

A DROTRH afirma que tendo havido irregularidades neste processo, estas não são da sua responsabilidade, reafirmando que enviou o parecer à CMRG, onde estão expressos os passos necessários à concessão do uso privativo do domínio público hídrico.

No parecer, que é de consulta pública, pode ler-se que "de acordo com o art. 68º da Lei n.º 58/2005, a administração poderá escolher como concessionário a Câmara Municipal da Ribeira Grande, desde que, durante o prazo não inferior a 30 dias contados a partir da publicação no jornal oficial, não seja recebido outro pedido com o mesmo propósito.

Decorrido o prazo (30 dias), esta Direcção Regional procederá à apreciação de eventuais propostas e à elaboração do contrato de concessão".

Isidro Fagundes / Rui Jorge Cabral
Açoriano Oriental de 09-04-2009

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Maçarico Galego - Numenius Phaeopus

Maçarico Galego, pertencente à família dos Scolopacidae e do género Numenius.Uma ave Migrante de Passagem que viaja pelos Continentes a fugir do tempo frio (invernante), e é comum encontrá-la nas zonas costeiras.
Apanhei esta foto na Vila Franca, mais precisamente na zona do baixio, zona esta amada por todos os amigos de observação de pássaros sendo inclusive um ponto de referência da SPEA e que vai desaparecer proximamente para dar lugar a mais restaurantes e discotecas.

Se não abrimos os olhos ainda ficamos funchalizados, irra!!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Azorina vidalii

Alexander T. Vidal, oficial da marinha real britânica, para além do levantamento hidrográfico e de defesa das ilhas, colaborou na realização de alguns estudos de história natural nos Açores (1841 e 1845) com Hewett C. Watson. Em honra do Capitão Vidal, Watson propôs a criação do género Vidália, à actual Azorina vidalii, que é hoje a mais conhecida das endémicas açorianas.

domingo, 21 de setembro de 2008

Obras no porto da Caloura

A realização de obras no porto da Caloura poderá ser uma excelente oportunidade para a Secretaria do Ambiente e do Mar, mostrar a todos nós que tem a seu cargo a defesa do ambiente e realiza esta obra de forma a que fique o mais possível integrada na paisagem local, ou então darão cabo da beleza daquela zona

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

MORADORES DA FAJÃ DO CALHAU

Artigo que saiu no jornal Açoriano Oriental, e enviado à Associação Amigos do Calhau por "MORADORES DA FAJÃ DO CALHAU" .
A Associação Amigos do Calhau tem no seu objecto social, a defesa da orla costeira da Ilha de São Miguel, não tendo por isso absolutamente nada a ver com a Associação dos Amigos da Fajã do Calhau, que terá outros objectivos.



Artigo publicado.

Em resposta à reportagem publicada neste jornal respeitante à construção da estrada de acesso à Fajã do Calhau (F.C.) e de título "Ameaça ao desordenamento do território" e consequente carta dirigida a vossa excelência pela Associação dos Amigos da Fajã do Calhau (A.A.F.C.), vimos por este meio comunicar-lhe que existem opiniões divergentes à expressada pela A.A.F.C. na carta que lhe foi dirigida.Em primeiro lugar, queríamos salientar que é preocupação de todos os utilizadores da Fajã do Calhau o acesso à mesma. Contudo, em primeiro lugar privilegiamos a segurança de esse acesso, independentemente do seu tipo. Em segundo lugar, privilegiamos a capacidade que tal acesso possa ter em facilitar actividades aí desenvolvidas - o caso da vinicultura, incluindo a sua habitabilidade. É do conhecimento dos utilizadores daquela fajã que o acesso e habitabilidade da mesma comporta um risco, e que é muito maior do que o das zonas habitacionais. A Fajã do Calhau é uma zona de risco e isto está contemplado pelo plano de ordenamento do território (PROTA). Obviamente que reduzir os riscos que comportam o acesso à fajã e à habitação na mesma são do desejo de todos os seus utilizadores e querer que eles não existam é demagógico. O risco que comporta utilizar aquela zona é conhecido historicamente. Não são apenas as recentes derrocadas da rocha do caminho do Faial da Terra indicativas do mesmo, salientamos ainda a grande derrocada da falésia junto à própria fajã, faz aproximadamente uns 30 anos, que inviabilizou do cultivo todas as terras junto à mesma na quase totalidade da extensão da fajã, mas de maior gravidade e extensão na zona orientada ao Faial da Terra (ainda hoje essa inutilização é visível); naquela altura foram várias as casas, especialmente as próximas à falésia, que ficaram soterradas até metade pela terra que trouxe a avalanche. Foi um acidente que felizmente ocorreu sem vítimas. Estes factos são por si só indicadores do tipo de rocha que ali existe e do risco que comporta habitar nesse lugar e edificar nessa sustentação geológica. Obviamente que uma opinião técnica, respeitante à construção da nova estrada, por parte dos especialistas nesta área, seria de todo desejável, pois estamos a falar de zonas de risco, vidas humanas…etc... A falta de pareceres técnicos respeitantes à segurança da nova estrada é deveras preocupante para os utilizadores e visitantes daquele espaço.Contudo, não é só da preocupação dos utilizadores daquela fajã a segurança das vias de acesso presentes, passadas e futuras, mas também a segurança da habitabilidade da mesma - os riscos de habitabilidade que possam resultar da alteração da zona junto à falésia devido à construção da estrada uma vez dentro da própria fajã. Esta é outra questão para a qual ainda não se ouviu nenhum parecer, mas o qual aguardamos. Sem querer discutir sobre a legalidade da edificação da nova estrada, é uma zona de risco, e é à legislação actual que deveriam estar subjacentes edificações de estradas assim como de casas. Salientamos que é a segurança do acesso e da habitabilidade que desejaríamos que fosse devidamente atendida e que nos fosse informada. Gostaríamos de referir que também é da preocupação de alguns moradores a falta de um planeamento urbanístico e outro tipo de regulamentações para aquele lugar, do qual se pretende salvaguardar as singularidades para benefícios variados (sejam eles turísticos e/ou agrícolas). A descaracterização do espaço urbanístico foi imediatamente visível após o acesso de viaturas por via terrestre à parte da fajã orientada ao Faial da Terra ter sido possível. Nessa zona é visível a construção/reabilitação (?) de casas com arquitectura desenquadrada - a legalidade de tais construções é também questionável. Neste momento a Fajã do Calhau não tem saneamento básico, recolha de lixo, electricidade, não há um plano de conservação das vinhas nem do calhau, nenhum de desenvolvimento sustentável às actividades que ali se praticam, e a falta de toda esta regulamentação, que seria necessária e urgente, permite que proliferem naquele lugar esgotos que escoam de novas construções directamente para o calhau, estradas feitas de entulho de construção no calhau, lixeiras improvisadas a céu aberto, restos de obras e demolições no calhau, a que geradores de electricidade causem uma poluição sonora insustentável, e a que o cultivo de relvados aumente em número e extensão em detrimento da vinha que foi e vai sendo progressivamente arrancada. Perante estes indícios, que podemos esperar, num futuro próximo, para aquela fajã de características que até há bem pouco tempo eram efectivamente singulares da paisagem Açoriana? Definitivamente, alguns moradores neste momento questionam o que ali se pretende preservar e o que ali se pretende promover com uma estrada de orçamento concedido em prole do desenvolvimento local da actividade vinícola. Sendo uma zona de risco, também nos preocupa a falta de previsão de um plano de prevenção e gestão de riscos. A acessibilidade não é o único problema numa zona daquele tipo, a evacuação numa situação de catástrofe, com isolamento do lugar, também é nossa preocupação.
Últimas: Diga leitor / Carta ao director

domingo, 10 de agosto de 2008

Vila Franca do Campo, é amiga do betão!



Possivelmente, já será uma obra dentro do POOC ou do PROTA, em que o betão desordenado para proteger meia dúzia de barcões é muito mais importante, que o bonito casario desta (menos) bonita Vila de São Miguel.

Também se poderá dizer que esta obra é a pensar no aquecimento global, nos degelos e que se calhar devíamos vedar a ilha toda como forma de defendermos as populações das intempéries, mantendo assim os níveis de venda de cimento em crescimento, o que é sempre um factor de desenvolvimento muito importante

Tenho muita pena de que a ilha onde nasci, e onde nasceram os meus antepassados esteja a tomar este rumo.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

"O Estado da Região" Programa da RTP-Açores

Dia 23 de Julho pelas 21.30h no Cine-Teatro da Lagoa, junto à igreja do Rosário, irá ser gravado o Programa da RTP - Açores "Estado da Região", cujo tema será o Plano de Ordenamento do Território dos Açores (PROTA), e que terá os seguintes convidados:

Dr. Virgilio Cruz, Director Regional do Ordenamento do Território
Dr. Sérgio Diogo Caetano, em representação dos Amigos dos Açores
Arqt. João Faria e Maia, em representação da Quercus
Associação de Municípios (nome a confirmar)


Poderão assistir todas as pessoas interessadas, sendo que o programa será transmitido quinta-feira dia 24, depois do Telejornal-Açores