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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Novamente a Ferraria em perigo


                                Foto de Nelson Raposo

Ouvimos dizer que havia intenções de retirar aos cidadãos o livre acesso ao espaço de mar na Ferraria para com ele tentar rentabilizar o desastre das Termas e dos milhões que ali foram desbaratados.

Não é nada de novo já na altura do primeiro “concessionário” um rapaz alto da Terceira ele afirmava que o mar era concorrência desleal ás suas Termas e devia ser fechado.

Apesar de pagar por um investimento de 5 milhões de euros a renda mensal de 250 euros.
Se fosse para falar de rentabilidade estávamos conversados.

As Termas falharam porque nunca um investimento megalómano como aquele com elevadores e muitos outros equipamentos de dezenas e centenas de milhares de euros poderia ter a mínima rentabilidade ou sequer sustentabilidade.

Mesmo na componente saúde em que aquele local funcionava há dezenas (ou centenas) de anos não houve o mínimo cuidado de encaminhar para lá doentes do SRS que pudessem ter os seus problemas resolvidos pelas Termas .

Nem um acordo nem um protocolo entre as dezenas anunciados constantemente para ajudar aquele estabelecimento a pelo menos manter-se e manter os empregos .

E claro que tem vindo a degradar-se por mais de uma vez teve de fechar para reparações , o parque tem os geotexteis a aparecer e as caixas de plástico partidas e perigosas, os balneários exteriores que dizem custaram 250.000 euros  imundos muitas vezes ( e aí sim poderia haver um zelador e pagamento pelo serviço oferecido) tudo isto até era caso de auditoria ou até investigação criminal.
Mexer no estatuto da Ferraria é de uma enorme imprudência é abrir uma caixa de Pandora que só ficou fechada porque os principais responsáveis pelos desmandos ali cometidos foram afastados ou se afastaram da Região e outros herdaram o problema e a obra.

E a partilha do espaço tem corrido muito bem embora claro melhor para os utilizadores diários da poça no mar que são sempre muitos e a todas as horas de maré baixa e os pescadores principalmente nos fins de semana.

E a verdade é que quem tem estado á frente das termas nos últimos anos se tem revelado uma mais valia mesmo para quem só vai ao mar e tido muitas iniciativas para chamar pessoas e tirar partido das instalações .

Não que esta boa convivência faça esquecer a profunda menos valia das intervenções das entidades governamentais na zona da poça com a destruição de boa parte da escoada lávica que continua passados 5 anos a exibir as cicatrizes das rebarbadeiras e dos parafusos ali cravados sob as ordens ou com a colaboração ou conivência do Ambiente e do Mar na altura para instalar os famosos solários de plástico que o mar destruiu por várias vezes levando mais de 300.000 euros para o lixo.

A única coisa positiva  a realçar é justamente nos últimos anos  terem apenas reparado as escadas que mesmo assim o mar leva de vez em quando e assegurado a recolha do lixo.

Qualquer tentativa de fechar a Ferraria vai ter a nossa firme oposição com manifestações onde for preciso , providências cautelares em Tribunal e solicitação de uma intervenção e investigação do Ministério Público ao desbarato de dinheiros  .

Não temos nada contra as Termas que restaram da intervenção naquele local mas achamos que o mar que é de livre acesso em todas as ilhas dos Açores assim deve continuar.
João Paim Vieira

segunda-feira, 16 de março de 2015

Projecto de erradicação de plantas invasoras na orla costeira de São Miguel.



In​serido no projecto de erradicação de plantas invasoras da Orla Costeira de São Miguel, a Associação Amigos do Calhau, vai efectuar no próximo dia 21/03//2015 das 10h30m às 12h mais uma limpeza do carpobrotus edulis- chorão-da-praia,


O combate à presença do chorão está recolhido na legislação nacional (Decreto–Lei n.º 565/99). Na legislação regional (Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, Regime jurídico da conservação da natureza e da protecção da biodiversidade) o chorão está considerado como “um taxon com risco ecológico conhecido” e "prioritário para controlo ou erradicação". O chorão está ainda incluído entre as cem espécies infestantes da fauna e da flora macaronésica determinadas como potencialmente mais perigosas no âmbito do projecto BIONATURA.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Visita à Ponta da Costa, Zona da Bretanha dia 14-03-2015

Visita à Ponta da Costa, Zona da Bretanha dia 14-03-2015. Este passeio conta com a colaboração do biólogo Luís Silva da UAC que nos irá falar da flora existente neste local.

Foto de Tiago Rosas- Trosas

Ponto de Encontro - Rossio das Capelas, pelas 10h
Partida: 10h 15m
Lanche 12h
Término 13h

Nível de dificuldade - Fácil

A Associação Amigos do Calhau não se responsabiliza por qualquer acidente que possa ocorrer nas actividades que promove.