sexta-feira, 6 de maio de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Atividade de erradicação do chorão das praias no passado dia 13-03-2016 na Praia das Milícias em Ponta Delgada
O combate à presença do chorão está recolhido na legislação nacional (Decreto–Lei n.º 565/99). Na legislação regional (Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, Regime jurídico da conservação da natureza e da protecção da biodiversidade) o chorão está considerado como “um taxon com risco ecológico conhecido” e "prioritário para controlo ou erradicação". O chorão está ainda incluído entre as cem espécies infestantes da fauna e da flora macaronésica determinadas como potencialmente mais perigosas no âmbito do projecto BIONATURA.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Novamente a Ferraria em perigo
Ouvimos dizer que havia intenções de retirar aos cidadãos o livre acesso ao espaço de mar na Ferraria para com ele tentar rentabilizar o desastre das Termas e dos milhões que ali foram desbaratados.
Não é nada de novo já na altura
do primeiro “concessionário” um rapaz alto da Terceira ele afirmava que o mar
era concorrência desleal ás suas Termas e devia ser fechado.
Apesar de pagar por um
investimento de 5 milhões de euros a renda mensal de 250 euros.
Se fosse para falar de
rentabilidade estávamos conversados.
As Termas falharam porque nunca
um investimento megalómano como aquele com elevadores e muitos outros
equipamentos de dezenas e centenas de milhares de euros poderia ter a mínima
rentabilidade ou sequer sustentabilidade.
Mesmo na componente saúde em que
aquele local funcionava há dezenas (ou centenas) de anos não houve o mínimo
cuidado de encaminhar para lá doentes do SRS que pudessem ter os seus problemas
resolvidos pelas Termas .
Nem um acordo nem um protocolo
entre as dezenas anunciados constantemente para ajudar aquele estabelecimento a
pelo menos manter-se e manter os empregos .
E claro que tem vindo a
degradar-se por mais de uma vez teve de fechar para reparações , o parque tem
os geotexteis a aparecer e as caixas de plástico partidas e perigosas, os
balneários exteriores que dizem custaram 250.000 euros imundos muitas vezes ( e aí sim poderia haver
um zelador e pagamento pelo serviço oferecido) tudo isto até era caso de
auditoria ou até investigação criminal.
Mexer no estatuto da Ferraria é
de uma enorme imprudência é abrir uma caixa de Pandora que só ficou fechada
porque os principais responsáveis pelos desmandos ali cometidos foram afastados
ou se afastaram da Região e outros herdaram o problema e a obra.
E a partilha do espaço tem
corrido muito bem embora claro melhor para os utilizadores diários da poça no
mar que são sempre muitos e a todas as horas de maré baixa e os pescadores
principalmente nos fins de semana.
E a verdade é que quem tem estado
á frente das termas nos últimos anos se tem revelado uma mais valia mesmo para
quem só vai ao mar e tido muitas iniciativas para chamar pessoas e tirar
partido das instalações .
Não que esta boa convivência faça esquecer a profunda
menos valia das intervenções das entidades governamentais na zona da poça com a
destruição de boa parte da escoada lávica que continua passados 5 anos a exibir
as cicatrizes das rebarbadeiras e dos parafusos ali cravados sob as ordens ou
com a colaboração ou conivência do Ambiente e do Mar na altura para instalar os
famosos solários de plástico que o mar destruiu por várias vezes levando
mais de 300.000 euros para o lixo.
A única coisa positiva a realçar é justamente nos últimos anos terem apenas reparado as escadas que mesmo
assim o mar leva de vez em quando e assegurado a recolha do lixo.
Qualquer tentativa de fechar a
Ferraria vai ter a nossa firme oposição com manifestações onde for preciso ,
providências cautelares em Tribunal e solicitação de uma intervenção e
investigação do Ministério Público ao desbarato de dinheiros .
Não temos nada contra as Termas
que restaram da intervenção naquele local mas achamos que o mar que é de livre
acesso em todas as ilhas dos Açores assim deve continuar.
João Paim Vieira
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